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Capitalismo popular
João Carlos Pimenta, da Corretora Banespa: 40 mil clientes cadastrados em Bolsa.
Salas de ações do Banespa usam serviços da CBLC para atender investidores

Diariamente, milhares de investidores vão para a sala, assistem à TV Bloomberg, folheiam jornais, comem biscoitos e tomam um cafezinho. Entre uma conversa e outra com os amigos, compram e vendem ações e opções na Bovespa. São os freqüentadores das Salas de Ações do Banespa. O banco aposta na popularização do mercado acionário e utiliza os serviços da Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC) para atender os clientes de varejo nessas salas exclusivas, disponíveis em 77 agências em sete estados brasileiros.

As pessoas físicas representam cerca de 11% das operações no Banco de Títulos (BTC), sistema da CBLC que permite o empréstimo de ações. A Corretora Banespa é uma das mais atuantes na oferta desse produto: a utilização chega a 20% dos clientes ativos em Bolsa. O aluguel de títulos também é muito utilizado por clientes de corretoras como Hedging Griffo, Pactual, CSFB, Fator Doria, Ativa, Socopa e Magliano.

Para a Banespa, o BTC é um atrativo a mais no menu de serviços da clearing. Segundo João Carlos Fernandes Pimenta, diretor superintendente da Corretora Banespa, os sistemas eletrônicos de liquidação e de custódia da CBLC permitem o atendimento dos 40 mil clientes cadastrados para operar na Bovespa.

Nos computadores das Salas de Ações ou em casa, eles podem movimentar suas carteiras no Homebroker. Acompanham on-line a liquidação das ordens, a transferência dos títulos na custódia e ainda recebem um extrato mensal com detalhamento de todas as operações realizadas no período. Os mecanismos de gerenciamento de risco reduzem a exposição do banco a problemas de crédito e operações erradas. "Tudo isso dá muita agilidade e segurança aos clientes. Sem os sistemas da CBLC, não teríamos condição de oferecer no varejo todos esses serviços", diz Pimenta.

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