Novo sistema irá beneficiar cerca de 2.000 investidores institucionais
Já começou a funcionar na BOVESPA o Cadastro Central de Investidores (CCI). O sistema, desenvolvido para centralizar os dados cadastrais de
investidores institucionais e instituições financeiras, irá beneficiar cerca de 2.000 clientes, que movimentam aproximadamente 50% do volume total da
Bolsa.
O CCI irá permitir às instituições – corretoras, distribuidoras, bancos, entidades de previdência complementar, seguradoras e fundos de investimento –
a redução de custos, agilidade, otimização na manutenção de dados cadastrais, rapidez no acesso às informações, sigilo e segurança. “A adesão é
voluntária”, diz Odílson Lírio Moré, consultor de auditoria da BOVESPA. “Após o cadastramento, os clientes passam a se relacionar diretamente com a
Bolsa para atualizarem seus dados cadastrais. Assim, não precisam remeter documentos para cada uma das instituições com quem operam cada vez que
precisarem alterar suas informações.”
O cadastro exigirá os documentos listados pela legislação e aceitará os opcionais solicitados pelas instituições a seus clientes. Todos os documentos
recebidos serão analisados e, após sua validação, ficarão disponíveis no sistema para consultas do cliente e das instituições por ele autorizadas. As
instituições financeiras que desejarem aderir ao CCI poderão acessar as documentações do sistema pela rede de serviços da BOVESPA
(www.BOVESPAnet.com.br). Futuramente, será liberado o acesso remoto para outros participantes.
O CCI facilita o cumprimento das disposições exigidas na legislação em vigor. Hoje, todas as instituições financeiras são obrigadas a manter cadastros
atualizados de seus clientes. No CCI, há dois tipos de participantes que podem interagir com o sistema de forma distinta: os integrantes e os
clientes. Os integrantes são as corretoras, as distribuidoras e os bancos comerciais, múltiplos e de investimento. Os clientes são os investidores
institucionais e as próprias instituições financeiras, que podem participar como clientes autorizando as instituições responsáveis por suas
negociações no mercado a centralizar suas informações no CCI.
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